Páginas

Você é meu convidado

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Jamie Oliver fala sobre comida e obesidade no TED 2010




Há alguns dias, começaram a ser publicados os vídeos da edição 2010 do TED, um dos eventos sobre inovações e ideias em tecnologia, entretenimento e design mais prestigiados do mundo. 

A primeira palestra, que foi aberta a todos os que não puderam assistir à conferência completa, foi a do famoso chef inglês Jamie Oliver, que está trabalhando há alguns anos para promover a inclusão da educação alimentar nas escolas. 

Os números, imagens e dados de sua apresentação são impactantes, mas como podemos aproveitá-los no dia a dia? Aqui vão algumas ideias.


Oliver indica que a obesidade e a má alimentação fazem com que as crianças tenham uma expectativa menor que a de seus pais, já que as doenças ligadas a estes fatores são a principal causa de morte nos Estados Unidos. A obesidade é também uma questão econômica: custa aos norte-americanos 10% de seus gastos com saúde.


O chef também comenta de um dos problemas alimentares mais graves é o hábito de consumir produtos prontos e embalados, em vez de alimentos preparados em casa. Além disso, as crianças comem mal na escola, ingerindo produtos de baixa qualidade, altamente processados e sem ingredientes frescos. 

Segundo Oliver, os rótulos dos produtos processados são enganosos, indicando que têm tem pouco teor de gordura sem mencionar que estão cheios de açúcar. Além disso, a indústria alimentícia introduziu gorduras e açúcares em produtos que naturalmente não os tinham apenas para acentuar o sabor. Como resultado, as crianças consomem enormes quantidades de açúcar por ano. 

O que fazer diante disso? Para começar, aí vão alguns conselhos:

 - Cozinhar mais, utilizando alimentos frescos e da estação. Criar uma cultura culinária em casa e ensinar as crianças a preparar os alimentos. - Ler atentamente os rótulos e consumir produtos com baixo teor de açúcar e gordura. - Prestar atenção ao que as crianças ingerem na escola, ensiná-las sobre os alimentos e a alimentação em sala de aula. -Consumir produtos naturais, sem aditivos nem conservantes. O leite deve ter sabor de leite, o suco de frutas, idem, e assim sucessivamente.  - Diminuir a quantidade de açúcar na dieta das crianças. 

Apesar de Oliver se referir especialmente a países como Estados Unidos e Inglaterra, onde estes problemas são realmente sérios, a questão da má alimentação é global e atinge também vários países da América Latina. 

É bom lembrar que além de serem mais saudáveis, os alimentos frescos, da estação e não processados são amigáveis ao meio ambiente.
Do Discovery channel 

Mais sobre alimentação:
Problemas e soluções para a cadeia alimentar atual
Polêmica envolve vantagens reais dos alimentos orgânicos
Ecotarianos, vegans e freegans: mudanças na alimentação para um mundo mais verde

Falha no arco artico leva a exodo do mar de gelo

A cada inverno o gelo ártico está escrito em curva por barreiras de gelo cobrindo os estreitos que levam para fora do Oceano Ártico. Agora parece que alguns destes arcos de gelo não estão para se formar. O êxodo resultante do gelo do mar no Atlântico e no Pacífico poderia afetar a circulação do oceano ea vida marinha.

Uma equipe liderada por Ronald Kwok do Jet Propulsion Laboratory, em Pasadena, Califórnia, estudou imagens de satélite do Estreito de Nares - a estreita passagem entre a Groenlândia ea ilha Ellesmere. Para cada um dos últimos 13 anos eles notaram quando o gelo formado arcos e quanto fugiu para baixo do gelo do mar do estreito.

Durante a maior parte dos anos, grandes blocos de gelo do mar moita juntos em meados de Janeiro para construir um ou dois arcos, através do estreito. Os arcos geralmente persistem por cerca de seis meses, na qualidade de barragens para impedir que o gelo flutuante de distância.

Então, em 2007, o ano mais quente já registrado no Ártico, sem arcos formados e vastas quantidades de gelo foram perdidas. "Cerca de 1 por cento do gelo do Ártico por área desceu do Estreito de Nares esse ano, mais que o dobro do habitual", diz Kwok. No ano seguinte não foi muito melhor - só um arco formado fraco e avariou-se após dois meses (Geophysical Research Letters, DOI: 10.1029/2009GL041872). No ano passado, apresentou uma breve pausa, mas até agora em 2010 não há nenhum sinal de qualquer arcos no Estreito.

Kwok e seus colegas suspeitam que as temperaturas mais elevadas são desbaste de gelo do Ártico, a criação de blocos menores e mais fracos, que são menos eficazes na construção de arcos.

Peter Wadhams da Universidade de Cambridge, concorda que os arcos tornaram-se menos estável, mas não está convencido de que isto não terá muito efeito sobre o fluxo de gelo em geral. "O Estreito de Nares é um menor de saída - o principal deles é o estreito de Fram", diz ele. Fram é demasiado grande para formar arcos.

Arcos de gelo do plug muitas outras aberturas no Ártico, no entanto, incluindo o estreito de Bering e partes do arquipélago canadense. Kwok e seus colegas especulam que, se esses arcos não como as do Estreito de Nares, então o tráfego pesado deixando de gelo no Ártico pode diminuir a salinidade da água suficiente para afetar a circulação oceânica. Ecossistemas que estão adaptadas às condições livre de gelo também poderiam ser interrompidos.

Traduzido pelo google translator
http://www.newscientist.com/article/mg20527494.100-arctic-arch-failure-leads-to-seaice-exodus.html

Empresas europeias planejam megausina solar no Saara

Um consórcio de empresas de multinacionais – que reúne gigantes como Siemens, RWE, E.On e Deutsche Bank, entre outros – assinou nesta terça-feira uma carta de intenções para criar o maior projeto de energia solar do planeta: a Iniciativa Industrial Desertec.

O projeto prevê a construção de uma rede de usinas de produção de energia totalmente limpa no Deserto do Saara, no norte da África, e de redes transmissão de energia, capaz de fornecer pelo menos 15% da eletricidade consumida na Europa, além de dois terços da necessidade do norte africano e do Oriente Médio.

O Desertec foi orçado em US$ 577 bilhões e prevê a instalação de uma tecnologia solar de última geração, que utiliza espelhos para concentrar a luz do sol sobre torres de energia que produzem vapor, que por sua vez movimentam turbinas que produzem eletricidade.

O calor excedente produzido durante o dia pode ser armazenado em tanques especiais para manter a usina em funcionamento durante a noite ou em dias nublados.

A ideia de se aproveitar o sol do Saara vinha amadurecendo há décadas, mas só agora o avanço das tecnologias, tanto solar quanto de transmissão de eletricidade, teria viabilizado o investimento.

Mediterrâneo

A água necessária para criar o vapor que movimenta as turbinas sairia do Mar Mediterrâneo, que dessalinizada – com sal derretido sendo usado nas baterias para estocar calor –, poderia ainda ser reaproveitada em regiões desérticas.

Especialistas sugerem ainda que a sombra dos espelhos poderia ser usada para plantação de espécies que normalmente não sobreviveriam ao intenso calor do deserto.

Essa tecnologia, chamada Concentrando Energia Solar (CSP, na sigla em inglês) já é usada em usinas solares nos Estados Unidos e na Espanha.

A ideia, que surgiu na Alemanha, vem sendo defendida com vigor pelo próprio governo alemão e pela Comissão Europeia, embora ainda existam dúvidas sobre como os problemas políticos de um projeto verdadeiramente internacional como este seriam equacionados.

"O conceito de energia renovável está associado também ao de independência energética. Então, me pergunto por que deveríamos depender novamente de outros para o nosso fornecimento", disse à BBC o especialista alemão Wolfgang Palz, presidente europeu do Conselho Mundial de Energias Renováveis.

Outros acusam a iniciativa europeia de representar um suposto "colonialismo energético" – crítica prontamente rebatida por um dos diretores da Desertec, Michael Straub.

"Da nossa rede de 60 cientistas e especialistas em energias renováveis, a metade é da África e do Oriente Médio. A outra metade é de europeus", afirmou Straub, acrescentando que representantes dos países envolvidos participaram do projeto desde o início.

http://www.fisica.com.br/

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Prorrogadas as inscrições da Mostra de Tecnologias Sustentáveis 2010

O prazo vai até 12 de fevereiro de 2010. Inscrições gratuitas somente pelo site.

Evento já se tornou referência no país em idéias inovadoras em prol da sociedade, do meio ambiente e da economia sustentáveis


São Paulo, janeiro de 2010 – Foram prorrogadas as inscrições para a Mostra de Tecnologias Sustentáveis, evento que reúne, metodologias, técnicas, sistemas, equipamentos ou processos que contribuam para a construção de uma sociedade sustentável.

Este ano, as tecnologias inscritas devem se enquadrar em três categorias:
- Tecnologias Verdes, nas subcategorias Recursos Naturais; Energia; Biodiversidade; Água; Resíduos; e Emissões de Carbono
- Tecnologias Inclusivas, com projetos em Inclusão Econômica; Equidade; Acessibilidade; Sociodiversidade; Combate à Pobreza Conhecimento Tradicional; Acesso e Garantia aos Direitos e Políticas Públicas
- Tecnologias Responsáveis, com foco em Integridade e Combate à Corrupção Transparência; Controle Social dos Agentes Públicos e Econômicos; Trabalho Decente

As inscrições são gratuitas e precisam ser feitas online, via site
www.ethos.org.br/mostra2010.

Para fazer parte da Mostra, a tecnologia precisará ser selecionada por um comitê curador constituído por onze entidades, tais como Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Conselho Brasileiro da Construção Sustentável (CBCS); Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), International Finance Corporate (IFC) e Rede de Tecnologia Social (RTS).
Podem inscrever-se na Mostra pessoas físicas ou organizações, com uma ou mais tecnologias.

O prazo para inscrições foi prorrogado até 12 de fevereiro de 2010

Vale lembrar que a Mostra de Tecnologias Sustentáveis 2010 vai se realizar no mesmo período e local da Conferência Internacional Ethos 2010, entre 10 e 14 de maio de 2010, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Patrocinadores: Banco do Brasil, Shell, Infraero, Itaú/Unibanco, ArcelorMittal, Carrefour e Alcoa.

Apoio: Planeta Voluntários

Mais informações à imprensa:
Cristina Spera – cspera@ethos.org.br
Tel: 11 3897-2444

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

IBF desenvolve novas ferramentas para rede social Plante Árvore

Escrito por Fernanda Carreira   
Qua, 03 de Fevereiro de 2010 14:35

O objetivo é possibilitar o compartilhamento de conteúdos relevantes sobre meio ambiente para os seus membros
 

Com interesse de ampliar cada vez mais seu conhecimento sobre as possibilidades de divulgar informações ambientais atuais, aperfeiçoar a rede social Plante Árvore e incentivar a preservação dos recursos naturais do planeta por meio da internet, o Instituto Brasileiro de Florestas marcou presença no Campus Party 2010.

O evento, que foi realizado entre os dias 25 e 31 de janeiro e contou com a participação de cerca de 90 mil visitantes na área de exposição, é considerado a maior festa da inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. 

O IBFLORESTAS, representado por seu diretor de comunicação, Wiliam Aquino, pôde compartilhar conhecimento, trocar experiências e participar de todo tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias. Todos esses fatores contribuíram para o aperfeiçoamento da rede social Plante Árvore.

De acordo com Wiliam Aquino, diretor de comunicação do IBFLORESTAS, foi muito positiva a participação do Instituto no evento, pois possibilitou a troca de experiências sobre o compartilhamento de conteúdo da internet entre os participantes. “Em um evento como este podemos vivenciar e opinar sobre temas afins, reforçar a importância de uma divulgação ambiental feita por profissionais de imprensa capacitados”, diz.

Entre as novas ferramentas que estarão disponíveis para os membros do Plante Árvore, o IBF está desenvolvendo meios que possibilitarão que os internautas possam ter o conteúdo de seus blogs em um grupo criado dentro da rede social por eles.

Para isso, os internautas deverão se cadastrar como membros do Plante Árvore, adicionar um grupo dentro da rede social, especificando as informações sobre o grupo, como por exemplo, o nome do grupo e seu ideal de interesse. Além de inserir fotos relacionadas ao tema e colocar o endereço “RSS” do blog.

A cada artigo estaremos explicando um pouco mais sobre as novas ferramentas, que estarão disponíveis na rede social Plante Árvore para ampliar o compartilhamento de informações e imagens entre os seus membros.

Confira o passo a passo de como compartilhar o conteúdo de seu blog no Plante Árvore:














 Cadastre-se como membro Plante Árvore












 Adicione um grupo dentro da rede social Plante Árvore












Convide seus amigos para participar do seu grupo












Agora é só incluir conteúdos em seu grupo



FONTE: IBFlorestas