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Você é meu convidado

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

E Cadê o fim do mundo?

Pois é caros leitores, chegou mais um fim de mundo e nosso mundo persiste, brincadeiras a parte, o que significa isto?

Alguns podem dizer que isto faz parte da NWO!
Outros culpam as sociedades secretas!
e outros ainda... bem... vai saber o que pensam.

De fato o que ocorre nestas épocas são apenas e tão somente ciclos desta realidade virtual em que vivemos, e para aqueles que ainda acreditam que isto é tudo que existe, vamos dar um passeio pela realidade de fato:

Percebemos apenas 4% de tudo que existe.

Nem tudo no Universo é percebido através dos instrumentos convencionais da Física – a radioastronomia, a óptica, raios X e gama -, uma vez que eles só podem detectar a matéria luminosa, a qual é percebida justamente porque envia radiações eletromagnéticas, e boa parte do Cosmos é constituída por matéria escura ou negra e por energia escura.

Assim, quando se denomina matéria escura a esta substância desconhecida que só é captada porque exerce atração gravitacional sobre os demais corpos celestes perceptíveis, trata-se tão somente de uma nomenclatura criada para que essa categoria ainda pouco compreendida pela Cosmologia se torne mais real, passível de ser conhecida.

 A matéria escura só pode ser examinada indiretamente, através das consequências de sua atuação sobre os objetos visíveis que ocupam o espaço sideral. Sabe-se, por meio do modelo padrão criado pelos pesquisadores, o Lambda-CDM, que a matéria escura é privada de calor. Ela ocupa aproximadamente 23% da densidade energética do Cosmos, enquanto a energia escura é responsável por 73% do espaço restante; os outros 4% são constituídos por matéria bariônica ou nós mesmos.

Neste exato momento, que você está lendo este artigo, energia e materia escura estão transitando por você e você mesmo está transitando entre 6x de onde está, até 24x de onde está, logo se vc mede 1,80, seu alcance real é de 1.875 metros ou 1,8km, este espaço todo ao seu redor (imaginando tridimensionalmente) é que faz parte de seu todo e podemos perceber tudo o que acontece ao nosso redor.

Os ciclos do Planeta quanto mais próximos do Sol... 

Devido ao movimento de translação da Terra em torno do Sol, o Sol aparentemente se move entre as estrelas, ao longo do ano, descrevendo uma trajetória na esfera celeste chamada Eclíptica. A Eclíptica é um círculo máximo que tem um inclinação de 23°27′ em relação ao Equador Celeste. É esta inclinação que causa as Estações do ano.

Uma observação simples que permite "ver" o movimento do Sol durante o ano é através do gnômon. Um gnômon nada mais é do que uma haste vertical fincada ao solo. Durante o dia, a haste, ao ser iluminada pelo Sol, forma uma sombra cujo tamanho depende da hora do dia e da época do ano. A direção da sombra ao meio-dia real local (isto é, o meio-dia em tempo solar verdadeiro) nos dá a direção Norte-Sul. Ao longo de um dia, a sombra é máxima no nascer e no ocaso do Sol, e é mínima ao meio-dia. Ao longo de um ano (à mesma hora do dia), a sombra é máxima no solstício de inverno, e mínima no solstício de verão. A bissetriz entre as direções dos raios solares nos dois solstício define o tamanho da sombra correspondente aos equinócios, quando o Sol está sobre o equador. Foi observando a variação do tamanho da sombra do gnômon ao longo do ano que os antigos determinaram a duração do ano das estações, ou ano tropical.

Embora a órbita da Terra em torno do Sol seja uma elipse, e não um círculo, a distância da Terra ao Sol varia somente 3%, sendo que a Terra está mais próxima do Sol entre 4 a 7 de janeiro de cada ano, dependendo do ano bissexto. Mas é fácil lembrar que o hemisfério norte da Terra também está mais próximo do Sol em janeiro e é inverno lá,enquanto é verão no hemisfério sul. 

O afélio ocorre entre 4 e 7 de julho de cada ano. O que causa as estações é o fato de a Terra orbitar o Sol com o eixo de rotação inclinado, e não perpendicular ao plano orbital. O ângulo entre o plano do equador e o plano orbital da Terra é chamado obliquidade e vale 23°27′. 

Também podemos definir a obliquidade como a inclinação do eixo de rotação da Terra em relação ao eixo perpendicular à eclíptica (plano orbital da Terra). Devido a essa inclinação, à medida que a Terra orbita em torno do Sol, os raios solares incidem mais diretamente em um hemisfério ou outro, proporcionando mais horas com luz durante o dia a um hemisfério ou outro e, portanto, aquecendo mais um hemisfério ou outro. No Equador todas as estações são muito parecidas: todos os dias do ano o Sol fica 12 horas acima do horizonte e 12 horas abaixo do horizonte; a única diferença é a máxima altura que ele atinge. Nos equinócios o Sol faz a passagem meridiana pelo zênite, atingindo a altura de 90° no meio-dia verdadeiro. Nas outras datas do ano o Sol passa o meridiano ao norte do zênite, entre os equinócios de março e de setembro, ou ao sul do zênite, entre os equinócios de setembro e de março. 

As menores alturas do Sol na passagem meridiana são de 66,5° e acontecem nas datas dos solstícios. 

Portanto a altura do Sol ao meio-dia no Equador não muda muito ao longo do ano e, conseqüentemente, nessa região não existe muita diferença entre inverno, verão, primavera e outono. À medida que nos afastamos do Equador, as estações ficam mais acentuadas. A diferenciação entre elas torna-se máxima nos polos.

Os Ciclos Solares

O sol tem ciclos: seu temperamento varia a cada 11 anos. Normalmente, leva cerca de 5 anos e meio para a estrela mais próxima de nós passar do período silencioso do “mínimo solar” para o mais turbulento “máximo solar”. Uma das maneiras de controlar o ciclo solar é estudar a superfície do sol.

Nela, pode-se encontrar manchas escuras, chamadas manchas solares. Essas manchas de curta duração são causadas por intensa atividade magnética e tendem a se agrupar em faixas nas latitudes médias acima e abaixo do equador. 

Uma vez que os telescópios foram inventados, um censo de manchas solares tem sido relativamente constante. Em 1849, astrônomos do Observatório de Zurique começaram a observar as manchas diariamente. 

Hoje, centros na Bélgica e nos EUA acompanham de perto a atividade solar. Um número de satélites e observatórios, incluindo um da NASA, coletam fluxos constantes de dados a partir do sol, agindo como um sistema de alerta precoce para grandes eventos climáticos no espaço. 

A frequência e o número dessas manchas escuras misteriosas na superfície solar atuam como indicadores da atividade do sol, conforme ele se move entre o mínimo e o máximo solar. As manchas solares às vezes irrompem em poderosas tempestades solares que disparam fluxos de partículas carregadas para o espaço; por vezes, na direção da Terra. 

Algumas tempestades solares podem bombardear o campo magnético da Terra e interromper redes de energia ou expulsar satélites em órbita ao redor do planeta. Quando o sol chega ao fim de um ciclo, novas manchas solares aparecem perto do equador, e um novo ciclo começa com a produção de manchas solares em latitudes mais altas na superfície do sol. 

Atualmente, o sol está no meio do seu ciclo 24. A estrela está se inchando em direção a um máximo solar, em 2013. Porém, um trecho muito longo de atividade moderada nos últimos anos tem intrigado os astrônomos, e muitos físicos solares estão trabalhando no desenvolvimento de melhores modelos de previsão do ciclo solar. Enquanto o sol parece estar incrementando a atividade em direção ao máximo solar, vários novos estudos estão prevendo que após este pico, a atividade do sol pode ver uma queda significativa no ciclo 25.


O clico de nossa galaxia

Todos sabem que a cada 28 dias aproximadamente, a Lua completa uma volta ao redor da Terra. 

Também é de conhecimento básico que a Terra, junto com a Lua, executa o movimento de translação ao redor do Sol, que leva 365.25 dias para ser completado. 

Aliás, não é só a Terra que circunda o Sol, mas todos os planetas, Luas, asteroides e satélites executam esse movimento de translação. 

O que poucos sabem, no entanto, é que nosso Sol, com tudo que gira ao seu redor, também circunda alguma coisa, mas essa "coisa" está tão longe que nós nem percebemos o movimento. Estamos falando do centro a Via Láctea, ao redor do qual o Sol e mais de 200 bilhões de estrelas giram. 

Toda a Via Láctea descreve um movimento de rotação ao redor de um ponto central, mas seus componentes não se deslocam à mesma velocidade. As estrelas que estão mais distantes do centro movem-se a velocidades mais baixas do que aquelas que estão mais próximas. Nosso Sol descreve uma órbita praticamente circular em torno da Via Láctea e sua velocidade de translação é de 225 km por segundo. 

Para dar uma volta completa ao redor do centro da Galáxia o Sol leva aproximadamente duzentos milhões de anos. Como a idade da nossa estrela é de 4.5 bilhões de anos, podemos afirmar que desde que existe, o Sol já deu 22 voltas ao redor da Galáxia.


Os ciclos de cada individuo

Como podemos perceber a natureza é cíclica. Os ritmos se impõem e, muitas vezes, sem perceber, participamos de ciclos – alguns porque nos envolvemos com eles, outros porque os criamos pelo repetir constante de certos pensamentos, palavras e ações.

Como tudo o que está em cima é igual ao que está embaixo e em nossa condição de miniaturas do Grande Universo, devemos ter consciência que a harmonia é a tônica da natureza. Não se pode ser feliz em desarmonia com o Cósmico.

O Domínio da Vida é o resultado de uma plena harmonia interna que se reflete em nossa vida e ao nosso redor. Iniciamos ciclos a todo momento. Neste caso a cada sexta-feira iniciamos um novo ciclo que termina na quinta-feira seguinte.

A cada sexta-feira temos uma semana inteira para realizar. Potencialmente, a semana pode ser vivida de infinitas maneiras. Mas o que faremos dela, dependerá diretamente das nossas escolhas e de como agiremos para efetivar essas escolhas, pois todo pensamento que não se efetiva na ação correspondente permanecerá no mundo das idéias.

Como diria o existencialista pensador do século passado Jean-Paul Sartre: "Simplesmente descobrimos que existimos e temos então de decidir o que fazer de nós mesmos."

Portanto, cada fatalista, finalizador de mundos e apocalípticos de plantão que me perdoem, o individuo é dono de seu próprio ciclo e de como será o resultado de cada ciclo, de fato, estes apocalípticos nada mais querem do que a atenção para si mesmo, de suas parcas hipóteses quando se esquecem do que há de mais profundo: DE QUE CADA SER HUMANO É APENAS 4% DO QUE ACREDITA SER!

História da Familia Pontes - de Morais - Protugal

Esta fotografia foi tirada em 1944 onde aparecem parte de minha familia materna que é de Morais, Meu Bisavô, Valentin Pontes, foi o primeiro Pontes a se estabelecer em Morais, sua cidade natal é Minho.